
No bingo da Sophie Kinsella sempre tem uma personagem atrapalhada, um mocinho charmoso, e uma trama envolvendo emprego ou carreira. Confesso que confio tanto na moça que compro os livros sem nem olhar a sinopse. Mas, numa época da vida em que terminar de ler um livro tem se tornado cada vez mais difícil, perceber que esse aqui só tinha 300 páginas ao invés das habituais 450 daqueles tijolões (divertidíssimos) que ela escreve, ao mesmo tempo em que me animou, também me acendeu um alerta de que tinha alguma coisa diferente aqui.Os primeiros capítulos não são fáceis. A dinâmica da personagem se...