sábado, 14 de maio de 2011

Sandy: devassa como nunca, cantando muito como sempre

Talvez seja segredo para algumas pessoas, mas, pois é, adoraaava Sandy e Junior. Ainda gosto, aliás. A 'agora falecida' dupla fazia aquele pop chiclete gostoso e inocente que gruda no ouvido de não sai da nossa boca. E fazia bem!!!!!! Tinha graça, sentimento e melodia como há muito eu não vejo no cenário ‘comercial’ do país. Sinto até pena da geração atual por não ter um novo “Sandy e Junior” do Brasil pra curtir. E tudo bem, você pode falar o que quiser, mas não pode negar que os dois têm talento (ao contário de muito ídolo teen que se veste com roupas coloridas por aí. E até o Junior que não canta grande coisa, perto do Fiuk é um Pavarotti, vamos combinar).

Pois então, desde dezembro de 2007, último show da dupla no Rio em que TODAS as músicas ganhavam um ar de declaração de amor, emoção e despedida, eu não via um show de Sandoca. De lá pra cá, muita coisa mudou. Eu entrei pra faculdade e estou quase terminando (aquele último show inclusive foi no dia da prova da 2ª fase da UERJ, onde eu estudo hoje), e Sandisléia casou, cortou cabelo, lançou carreira solo, assumiu um discurso sonolento de “Sou melancólica, não gosto de festas, prefiro filminho, etc” e no início desse ano pegou todo mundo de surpresa ao fazer propaganda da Devassa!!!!

No início achei a história toda um tiro no pé. Pensava que era muita incoerência alguém que nos últimos meses vinha tentando convencer a todos que ‘ela tinha crescido agora, e era mulher (séria)’ se prestar a um papel desses. Mas depois que o negócio virou piada nacional (e eu fui uma das primeiras a fazer piada, porque redondo é rir da vida – ops, esse é o lema da concorrência), e ela mesma entrou na brincadeira, comecei a curtir a palhaçada.

A partir de então, passei até a torcer pra ela assumir logo o “lado devassa” – aquele mais desinibido e descontraído – e se soltar mais, falar mais besteira e principalmente adotar Conga Conga no setlist. Porque nos tempos de dupla Sandisléia sempre riu de si mesma, fez coisas diferentes e proporcionou esses momentos mais bobildos. Exemplo: Fazer caras e bocas em Enrosca, brincar com os boás em Discutível Perfeição, dançar funk no Caldeirão do Huck... Essas coisas que fazem o torramento na frente da TV valer a pena, oriundos daquela liberdade boa que pop te dá.

Bom, a Sandy da re-estreia do Manuscrito bem que tentou ignorar a campanha da Devassa (eu gritei pedindo, mas não rolou Conga Conga, infelizmente. É, eu fico bem retardada quando as luzes se apagam.), mas cadê que o povo deixou? O próprio Vivo Rio fez uma promoção especial de “6 Devassas Loiras por apenas R$ 25,00”! E antes mesmo de o show começar, ao invés do tradicional “Começa! Começa!”, a galera puxou um “Devassa! Devassa!”. E depois ainda houve alguns outros momentos em que a propaganda foi lembrada.

Pra você não dizer que eu tô mentindo

O cenário do show parece uma sala de estar decorada com artefatos de antiquário e espelhos que viram telões em que são projetados clipes especiais para cada canção ou ainda imagens do palco filmadas por alguma micro-câmera. Tudo muito simples, mas também muito artístico.

O repertório é basicamente todo o Manuscrito (há quem diga que o nome do CD é esse porque Sandy não sabia mexer no computador, rs!), com exceção de Mais um Rosto – preferiria que a suicida Duras Pedras ficasse de fora -, e a adição de músicas tapa-buraco de outros artistas muito boas – mas com letras talvez tão simbólicas quanto as de autoria da cantora -, e direito até a um par de músicas da dupla.
*Quando que fiquei sabendo que ia rolar um Recordar é Viver, arrisquei que as duas músicas seriam Abri os Olhos e Estranho Jeito de Amar, por já serem da safra mais nova e adulta da dupla. Acertei 50%, porque incrivelmente Sandoca incluiu Quando Você Passa (Se esse turu turu turu aqui dentro, que faz turu turu turu quando você passa...), que é bem mais legal! Pois é, é o efeito Maria Gadu que transformou Quando Você Passa em cult, né?

E depois de o Vivo Rio incrivelmente não passar aquela mensagem de “É proibido filmar, fotografar, etc, etc, etc”, que a gente sempre vaiava (pois é, eles desistiram), foram ouvidos os primeiros acordes foram de Pés Cansados – música icônica do retorno de Sandy para a música - e toda vez que ela cantava “Os mesmos pés cansados voltam pra você, pra você...”, os fãs cantavam loucamente apontando pra ela, como que dissessem: “Também estamos voltando pra ti, Sandoca”. Se depender de mim, Pés Cansados já tem lugar no setlist da minha formatura, porque ia ser lindo demais entrar ao som de:
Depois de tanto caminhar
Depois de quase desistir
Os mesmos pés cansados voltam pra você.
Pra você.

Fala sério, tem tudo a ver! E se você vai ser formar, fica a dica. Pés Cansados.

Sandy emendou logo na ótima Dedilhada – uma música com arranjo dedilhado sobre não levar uma vida “cheia de dedos”(Canseeeei de pensar demaaaais, e os erros meus...) - e depois saudou o público do Rio de Janeiro, dizendo que era uma emoção muito grande estar ali (ela diz isso pra todas, haha!), e que tinha encerrado a turnê de 2010 aqui (na verdade não era pra encerrar aqui, mas teve aquele problema lá no Alemão e ela teve que remarcar o show. Eu bem que tentei comprar o ingresso pro ano passado, mas o povo estava com muita saudade e lotou 3 semanas antes da 1ª data!) e agora estava re-estreando no Rio também, que adora estar perto do público e que estava sentido falta disso tudo (que ela também fala pra todo mundo).

Vou contar um segredo pra você: A Sandy escolheu essa imagem de fundo para Dedilhada em homenagem ao Inútil Nostalgia, mas não espalha, não, senão os outros blogs vão ficar com ciúmes, rs!

Então, assim sem avisar ela mandou Ela/Ele e Perdida e Salva - se você tiver uma mente suja, pode achar essa música devassa também, mas só se tiver a mente MUITO suja, rs! - (Nãããão há sensação melhor não há, Sinto estaaaaar, Perdida e Salvaaaa), simplesmente as músicas mais perfas do CD, para delírio meu e da minha irmã, que estávamos cantando à toda (minha garganta amanheceu até meio rasgada  no dia seguinte). Ela/Ele tinha um clipe fofo de um casalzinho andando de bicicleta e que terminava ainda mais fofo. Gente, Ela/Ele é muito amor! Parece melodia de caixinha de música, com uma letra linda e cheia de poesia. Melhor do CD, fatão!

Depois do momento fofura, Sandy avisou que tinha colocado músicas de outros artistas que ela gosta e que sabia que as pessoas iam gostar também no show, e atacou de Marisa Monte – Beija Eu*. (Ainda bem que ela parou um pouco de cantar as próprias músicas nessa hora, porque não sei se eu ia conseguir manter o mesmo ritmo, não. #velha) Mas, olha, Sandy, você está muito Devassa mesmo! Onde já se viu: 
Então beba e receba
Meu corpo no seu
Corpo eu, no meu corpo
?
Ui, DEVASSA!!!!! Primeiro manda beber, e depois... Meu Deus, por isso que a classificação do show era 16 anos! :-O
*Teoria da Conspiração 1: Eu acho que ela escolheu essa música por causa dos versos: Seja eu/ Seja eu/ Deixe que eu seja eu”.

Logo após teve Put Your Records On* (foi trilha de Páginas da Vida, lembra gente?), mas foi em Tão Comum (adoooro!) e Hoje eu Quero Sair Só* (Lenine) que ela começou a se soltar mesmo. Dançou com o guitarrista, rodou no mesmo eixo, deu “Tchau!” na música do Lenine (essa foi legal, porque toda vez que ela falava “Tchau”, as luzes piscavam no ritmo).
*Teoria da Conspiração 2: Maybe sometimes, we feel afraid, but it's alright/ The more you stay the same, the more they seem to change/Don't you think it's strange?, entre outros versos.
**Teoria da Conspiração 3: Hoje eu quero sair sóooo. Tchau, vai ver se eu tô lá na esquina! Devo estar! Nossa, Sandy! Que revolta! (Depois quando a gente chegou em casa e ficou cantarolando essa música, meu pai comentou que isso era música de cachaceiro por causa dos versos: “Tchau, a lua me chama, eu tenho que ir pra rua”. Aí a Esther: “Ou então de lobisomem, né?” Hahahaha. Hoje eu quero sair só para tema do Jacó Preto JÁ!)
.

Tá escuro e eu fiquei com preguiça de colocar brilho

Ela se movimentou tanto que ficou com calor e tirou o coletinho que estava vestindo por cima do vestido preto e longo dela. Aí eu não me segurei e gritei: “Devassaaaa!”, e povo lá da frente, que também estava animado pra caramba, puxou o corinho: “Devassa! Devassa! Devassa!”. Aí a Sandy falou: “É, sou eu. Quem diria, hein?”. Hahahaha! Ninguém mandou fazer o comercial, agora vai ter aguentar isso no Brasil inteiro.

Então, ela diminuiu o ritmo de novo com O que Faltou Ser no piano (uma espécie de pedido de desculpa que também vira declaração de amor na boca dos fãs - Não me escondo do medo de não me reerguer do silêncio de uma vida sem você, de tudo o que faltou ser) e Duras Pedras, que teve um fundo de trem Maria Fumaça e a Esther disse que era em homenagem ao Botafogo. Hahaha!

Mas foi em Dias Iguais que Sandy levou a galera ao delírio. Essa última teve participação da Nerina Pallot nas telas-espelhos, e dueto das duas arrebentando no vocalize (aquele “aaaahhhhh” da música). Sandy inclusive teve que deixar o pessoal terminar os últimos versos da música, pois se emocionou e derramou algumas lágrimas enquanto cantava. E aí é que o povo aplaudiu de pé mesmo durante um tempão!!!! Sério, Sandy não canta, humilha! Ela agradeceu e disse que essas coisas acontecem, mas que tinha a melhor profissão do mundo e que tinha os melhores fãs do mundo também. *-* *-*

Mas, eu e Esther estávamos impossíveis nessa música. Assim que começou (Quando o céu se cobriu de vermelho, comecei a te esperar), eu mandei: “Olha, a luz devia estar vermelha agora, e não azul”. Aí continuou: “Quando o céu se cobriu de azul, pude ouvir teu respirar”, aí eu falei: “Agora tá certo, a luz tá azul”. E quando chegou no refrão: “Dias Iguaaaaais, Azuis, Vermelhos...”, eu completei: “Agora tinha que piscar azul e vermelho”. Segundo a Esther, a luz não trocava de cor porque, obviamente, o Lucas era gremista e não ia deixar colocar as cores no Inter. Até que no final, saiu do azul e ficou vermelho, acabando com a sua teoria.

Mas o pior foi depois que a Sandy foi explicar quem era a moça que estava no telão: “Essa daí é uma cantora britânica que eu admiro muito, minha amiga, Nerina Pallot”. - Eu pra Esther: “’Minha amiga’, olha isso! Mas é óbvio, deve ficar o dia todo no MSN com ela igual o Marco Luque e o Lula!. Esther: “Mas é claro!” - “e que eu gosto muito de escutar enquanto no meu tempo livre” – Aí a Esther acrescentou: “Que é muito, por sinal!”. Sério, a gente não é normal, não! E nem aproveitamos a promoção da Devassa Loira, hein! Imagina só se a gente bebesse!

Logo depois vieram uma versão jazzística e muito boa de Wonderwall do também britânico Oasis* (arrisco dizer que melhor que a original) e Por Enquanto** (Legião).
* Teoria da Conspiração 4: Música declaração que serve de amor ao povo, simbólica pelo retorno.Vale olhar a letra toda.
** Essa não é nem teoria da conspiração, tá na cara mesmo. Mudaram as estações, nada mudou. Mas eu sei que alguma coisa aconteceu, tá tudo assim, tão diferente... Música-Hino de qualquer despedida. Praticamente uma conversa de Sandy com os fãs e dos fãs com a Sandy: Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar, que tudo era pra sempre. Sem saber que o pra sempre sempre acaba.? Me emocionei lembrando de 2007 – um ano cheio de despedidas pra mim – e lembrei da minha formatura. Preparou o terreno para o Vale a Pena Ouvir de novo. Minha irmã achou que o show acabava nessa hora por causa do verso Estamos indo de volta pra casaaa.


Agora que já estava todo mundo no clima, sentido saudade dos velhos tempos, a Sandy falou: “Pois é, eu já cantei Marisa Monte, Oasis, Lenine, Corinne... O que mais? Legião agora....”. Aí o povo animado pediu: “SandyJunior! SandyJunior! SandyJunior!”. Aí ela: “Tá bom, eu vou cantar Sandy e Junior pra vocês, mas só porque vocês pediram”, como se não estivesse programado já.

E então se seguiram Quando Você Passa (muito parecida com a versão do acústico, ou da Maria Gadu mesmo) e Estranho Jeito de Amar (com uma nova introdução lindona!). A galera lá da frente puxou um Não Dá Pra Não Pensar e ela completou um pouquinho à capella. (Sandy tá ficando coração mole. Antigamente ela não fazia essas bondades, não! Só que a música que o pessoal sempre puxava era Nada é Por Acaso – perfa demais – e sério, ela era malvada e não continuava! Aaah, tinha uma época também que o povo pedia imitação da Shakira, e ela chegou a atender algumas vezes, mas aí o pessoal começou a espalhar pela Internet e realmente o Brasil inteiro passou a exigir Shakira, e aí ela avisava que a Shakira não tinha ido, haha!).

Ela apresentou a banda e falou que todo mundo ali cantava também, menos o baterista, porque, tá pensando o quê, ela botava todo mundo pra trabalhar mesmo, rs! Senti falta do Andrézito, o guitarrista gato e único sobrevivente da banda dos velhos tempos.

Aí no telão apareceram umas imagens da Sandy de batom vermelho mandando beijinho e eu gritei superzoando: “Beijo é Booooom!” (hahahaha!), porque tá legal que ela tava cantando música antiga, mas essa ela não ia cantar mesmo! Não era Beijo é Bom (óbvio!), e sim uma música bacaninha da KT Tunstall (aquela que canta Suddenly I See), Black Horse & The Cherry Tree, que ninguém conhecia. Os telões ficaram bem legais com imagens de um violão sendo tocado/batido e a Sandy de peruca e maquiagem fazendo caras e bocas, mas a Sandy ficou super no vácuo quando pediu pro povo fazer “Uhuuul” com ela no final da música, e ninguém fez. Sandy, fica a dica, troca essa música por Suddenly I See, todo mundo conhece.

Logo depois, Sandy, agora que está sem Junior, é que teve que tocar os tambores em Sem Jeito (ah, em várias músicas ela toca meia-lua – aquele pandeiro pela metade - também). E eu pensei que fosse a única besta que ficava tocando air-tambor, mas tinha uma menina atrás de mim animadona tocando o tambor imaginário também. Esses fãs de Sandy....

Olha ela com a meia lua

E quando soaram os primeiros acordes de Quem eu Sou, a galera correu tudo pra frente, inclusive eu, sem querer nem saber, deixando a câmera com meu pai. Uma coisa boa do Vivo Rio: mesmo se você estiver na última fileira (e eu nem estava) consegue ir lá pra frente nessas horas do show. De lá, subimos numas cadeiras já abandonadas e deu pra ver Fernanda Paes Leme (amiga de Sandy dos tempos de seriado. Aliás, eu cheguei a ver o Mau do seriado passando enquanto esperava para ir ao banheiro antes do show), Fernanda Rodrigues (dos tempos de Estrela Guia) e Bruno de Luca (dos tempos de...que ele estava fazendo ali?) lá em cima no camarote. Mas é claro que eu não fiquei olhando pro Bruno de Luca quando tinha Sandoca muito mais perto. Também avistei vários presentes-projéteis (teve um show uma vez que jogaram um urso, quase acertaram nela, hahaha) voando sobre o palco, mas dessa vez eles não atingiram ninguém.

Com o fim de Quem Eu Sou, Sandy e banda se despedem e saem do palco. Todos gritam “Mais Um! Mais Um!”. Ela volta para o Bis e comenta: “Vocês querem que eu volte? Pensei que vocês não queriam”, se encaminha para o piano e manda Esconderijo. O povo acompanha a plenos pulmões.



Nesse quarto escuro
Existe um menino assustado
Ele é sozinho
E teme que o mundo encontre o seu cantinho...


E em clima de despedida animada segue com Casa do Lulu Santos (Luz aceeeesaaaa – aí as luzes acendiam forte – Me espera no portão, pra você veeeerr, que eu tô voltando pra casa, iêeee!), porque Sandy estava voltando para sua casa – a música – e a gente ia voltar para a nossa casa de verdade logo em breve também.

Ah, Sandy também muito devassa nessa música, ó:
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão
Tanto gozo e sussurro
Já impressos no colchão...

O show termina com Tempo também ao piano e o telão lindamente mostrando as pessoas na platéia. Emocionante!

Me surpreendi com o público, que estava animado e sabia cantar quase tudo (a animação do povo só caía quando ela cantava as músicas que não eram suas). É claro que não é a mesma coisa de antigamente. Se você me perguntar, eu prefiro até os shows de antes em que tudo era mais coração e menos razão, e as letras eram mais grudentas e eu ouvia o eco das vozes do público gritando alto na casa de shows, e dançava e tinha Vamo Pulá no final.

Se na época da dupla, tínhamos As Quatro Estações, o caminho traçado por Sandy agora parece se passar um pouco mais no inverno. Manuscrito é um disco introspectivo com cara de ressaca pós-dupla, cheio de reflexões da cantora sobre seu passado e a insegurança do futuro. E, ao meu ver, isso é muito bom! Quem ouve não fica com a impressão de que Sandy cuspiu no prato que comeu, mas percebe que, embora seja um recomeço, também é uma continuação. E apesar de todo o inverno, estamos no Brasil em que até quando é frio é quente, e também tem música alegre e pra cima, e quase todas tem aquilo que não pode faltar em qualquer música pop: REFRÃO!!!!

Foi bom reencontrar não só os pés cansados de Sandy, como constatar que aquela voz que arrepia a gente continua lá e a galera que fica – e a deixa – arrepiada também. E, devassa ou não, pra mim isso já está de bom tamanho.

7 comentários:

  1. ahahaha adorei ler suas aveturas no show da Sandy, Lisa. Eu nunca fui em nenhum show, mas posso imaginar que é emocionante. Pena que ela não cantou Nada é Por Acaso é demais mesmo pena que ela não cantou kkk

    bjos
    Carol.
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  2. Nossa garota, vc escreve de um jeito muito maneiro. Quando passei os olhos pelo post, pensei "caraca, vou ler isso tuudo?", mas quando comecei, não consegui parar.

    Muito bom!

    A Sandy arrasa, e vc tb :)

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  3. Ah, eu queria muito ir dia 28, mas acho que não vai dar. Além do preço ser bem alto pra quem vai viajar na semana que vem, tenho uma festa de aniversário no dia :/

    Engraçado, só agora percebi que não tenho uma favorita nesse CD. Só não gosto da vibe suicida de Duras Pedras. Acho que por ter conhecido o CD num momento muito melancólico, acabei me identificando bastante. Dedilhada, Tão comum, Ela/Ele, Quem eu sou, Pés cansados, Tempos... Gosto de todas.

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  4. Foi imenso (e não é uma reclamação!) mas eu li todinho e ri muito!!!
    Então tu é Elisa tão falada no twitter??? kkkkkkkkkk

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  5. Carol,
    Essa história de Nada é por Acaso é dos tempos de dupla ainda. E a história da Shakira tb. Mas de vez em quando o povo ainda pede Shakira ainda hoje. Tinha uma outra música MUITO MAIS antiga, q a galera tb sempre pedia nos tempos de Sandy e Junior: Ilusão. Ela nunca foi single, nem nada, só quem é fã conhece mesmo. Mas a galera pedia tanto, q eles tiveram q incluir no repertório de despedida do acústico.
    E ah, até que eu tava bem comportada nesse show aí. No de 2007, subi em cima da mesa, quase caí, fiquei pertinho umas 3 ou 4 músicas, aí qd eles deram a entender q a música seguinte era Vamo Pulá gritei pra minha colega q tava comigo em cima da mesa: "DESCE DAQUI SENÃO A GENTE VAI CAIRRRR!". Aí a gente desceu e pulou muuuuito, rs!

    Dandra, obrigada pelos elogios, q bom que não ficou cansativo.

    Cíntia,
    Aaaah, não acredito que não vai dar pra vc ir. Mas ela deve voltar ainda em BH, tenha fé.

    Aline,
    Eu, tão falada no twitter? Droga, descobriram minha identidade secreta, vou ter que fugir do país agora, rs! Mas vai se acostumando que aqui no Inútil os posts são todos assim: gigantescos, mas a galera costuma dizer que vale a pena ;) Obrigada!

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  6. Ilusãaaao
    Imaginar você pra mim
    Você jamais me olhou, sequer pensou que meu olhar fosse de amor


    O hino do amor platônico, hauhauah. Minha cara. Não sabia dessa que ela sou foi inclusa no Acústico porque os fãs pediam.

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  7. Eu podia JURAR que tinha comentado nesse post, rsrsr...

    Sabe que nunca assisti show nenhum, da sandy ou de ngm? Mas dela eu veria... ainda mais nessa nova fase DEVASSA, shuahsa...

    Bjoos!

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