sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Treinamento para o Fim do Mundo

Queridos leitores do Inútil Nostalgia, começo escrevendo esse post exatamente às 20:00 do dia 21/12/2012, mais conhecido como o Dia do Fim do Mundo.

Pelo menos o Fim do Mundo dessa década. Em 1999 também tinha uma dessas e estamos aqui até hoje.

Eu sei que o blog anda meio parado nesse último mês e a verdade é que não tenho nenhuma razão boa o bastante para que isso tenha acontecido. É claro que existem motivos para tal ocorrido (ou não ocorrido, no caso), mas, por ora, posso garantir que desistir do Inútil nem sequer passa pela minha cabeça e que esse hiato mais demorado do que o normal talvez esteja relacionado com o próprio fato de dezembro ter começado. Queria ter escrito um texto sobre isso também. Prometo que escreverei. Não sei porque estou me alongando tanto me explicando, já que parece que quase ninguém passa por aqui mesmo, mas enfim. (Sim, estou fazendo chantagem por comentários se você ainda não se ligou)

Mas a questão é que são oito da noite e o mundo não acabou. E a questão é que já são 21/12 e faz quase um mês que o blog não recebe uma nova postagem. E a questão é que até meia-noite ainda é dia 21/12/12 e só me restam umas poucas horas para aproveitar essa desculpa para atualizar isso aqui.

A ideia inicial era fazer uma Playlista para o Fim do Mundo (e ela ainda será executada), mas antes queria contar que ontem, dia 20/12, teve treinamento de incêndio no prédio em que estou trabalhando essa semana e que, depois que descobri que também teve o tal treinamento no mesmo prédio em que um amigo meu trabalha, na mesma hora, ficou muito claro que na verdade era tudo um treinamento para caso o mundo realmente acabasse no dia de hoje.

Ah, sim, teve esse treinamento ontem e eu morri.

Veja bem, obviamente, não estou escrevendo esse texto do além (estilo Brás Cubas). E se vocês estão lendo esse texto, o mundo não acabou (ainda) e estamos todos vivos (acho).

Mas o negócio é que se realmente estivesse ocorrendo um incêndio no prédio (ou o mundo estivesse acabando), eu teria morrido sem ter a chance de tentar me salvar (se bem que se fosse o fim do mundo não ia ter muita saída mesmo, mas enfim).

Ok, vamos começar do começo agora.

E pra começar eu queria dizer que nunca participei de um treinamento de incêndio.

Por isso, quando o cliente veio lá na nossa salinha pra dizer que ia ter um negócio desses no prédio e que aí a sirene ia tocar e que todo mundo ia fazer filinha para descer as escadas (mesmo sendo 11 andares) eu achei que ia ser muito legal.

Estava realmente animada para o “evento” também porque sempre que falam em treinamento de incêndio em lembro de Um Tira no Jardim de Infância e da cena em que o Arnold Swasjcbnjkbjgkjkbhjs consegue salvar as criancinhas do seqüestrador porque tinha ensinado a não entrar em pânico em treinamentos de incêndios antes.

Já estava contando os minutos para quando a sirene tocasse e eu fingir pânico ou fingir para as pessoas não entrarem em pânico, e me sentir como uma criancinha de Um Tira no Jardim de Infância.

Só que deu 16h e a sirene não tocou. Deu 16h05, 16h10, 16h15 e nada. A gente olhou para fora da nossa salinha e achou muito estranho porque não tinha quase ninguém dos funcionários nas estações de trabalho. Mas por outro lado, nem era tão anormal assim, visto que pelo que eu percebi essa semana eles passam a maior parte do tempo comendo na copa ou conversando no banheiro mesmo. E de qualquer forma, a sirene ia tocar.

Dali a pouco entra uma mulher na sala zoando a gente: “Caramba, a Joana* [minha chefe] é carrasca, não deixou os meninos nem descerem pro treinamento de incêndio!”.
*nome fictício

A gente ficou com cara de tacho e perguntou: “Mas as pessoas já estão descendo?”, ao passo que a mulher respondeu: “O pessoal já está até voltando!”.

Nós: Mas como assim? Disseram pra gente que a sirene ia tocar! E a gente não ouviu!

Mulher: Ah, mas é que ela toca baixo na empresa do lado porque é uma empresa maior, blablablá

Que mané importa se a outra empresa é maior? As pessoas de lá valem mais do que as daqui?

Nós: Mas se tivesse pegando fogo de verdade ninguém vem aqui avisar pra salvar a gente? Iam deixar a gente morrer queimado? A gente só ia ficar sabendo quando a fumaça acionasse o sprinkler do teto?

Mulher: É!

Ela saiu da sala meio que ignorando tudo o que a gente tinha dito sobre a segurança do prédio e continuou a sacanear minha chefe de carrasca para todos os seus colegas de trabalho durante toda a tarde.

Tentamos alertá-los sobre o perigo da sirene não ter tocado inutilmente o resto do dia de ontem e de hoje. O prédio, por mais treinamentos que faça, não está preparado para o dia que ocorrer um incêndio de verdade. Eu sei porque nesse de mentira, eu morri queimada.

(Hoje chegamos à conclusão também de que o dia em que morrermos queimados, ninguém nem vai lá buscar nossos corpos, porque às vezes o pessoal da portaria deixa a gente entrar SEM CRACHÁ NENHUM, pela portinha do deficiente físico, então vai ser como se nunca tivéssimos entrado!)

Então, é isso. Pra quem tava enferrujada, até que deu pra tirar as teias de aranha disso aqui um pouquinho. Fiquem com a minha Playlist do Fim do Mundo. Acho de verdade que tinham que fazer um especial de fim de ano do mundo com gravação em DVD de todas essas músicas.

Lado A
Natasha (Capital Inicial)- Imagino muito a galera se acabando hoje no show do Capital aos versos de “O mundo vai acabar, ela só quer dançaaaar”.
Dançando (Agridoce) – “O mundo acaba hoje e eu estarei dançando...” – Alguém duvida que o eu-lírico dessa música é a própria Ana Paula que virou Natasha?
Um Minuto para o Fim do Mundo (CPM 22) – “Um minuto para o fim do mundo, toda a sua vida em sessenta segundos, uma volta no ponteiro do relógio pra dizer”. Porque tocava direto na Rádio Cidade, antes dela acabar (e voltar agora). Porque me lembra que 2006 foi um ano muito legal. De acordo com a observação da minha irmã, o 2º verso do refrão não acrescenta em nada, mas eu acho que discordo. Acho que e ainda ensinam quantos segundos tem num minuto inteiro.

Lado B 
It's the End of The World as We Know it (REM) – Narrando o fim do mundo. E nenhum pouco deprimido com isso.
Closing Time (Somesonic) – Porque a letra lembra Fim do Mundo e tem aquela cena bacana do flashmob de Amizade Colorida.
4 Minutes (Madonna ft. Justin Timberlake) – Porque Madonna nos lembra que por mais que o tempo passe, ela ainda consegue fazer como poucos uma música dançante legal dessas em 4 minutos.
O último dia (Paulinho Moska) – “Meu amor/O que você faria se só te restasse um dia?/Se o mundo fosse acabar/Me diz o que você faria?”
E pra encerrar...
E o mundo não se acabou – Aí a pessoa fez tudo o que o Paulinho Moska falou que ia fazer mesmo. Só que o mundo não acabou e aí, né...

Agora se liga. A música foi originalmente gravada pela Carmen Miranda. Pra você ver como esse papo de fim do mundo é antigo.

Não vou desejar Feliz Natal porque amanhã só vão ter sobrado as baratas mesmo pretendo fazer um outro post até lá, pra compensar o tempo perdido.

15 comentários:

  1. HAHAHAHAHA, também nunca participei desses treinamentos. Todo o meu talento pra atuação desperdiçado. Se bem que eu poderia achar que era real e surta de verdade. O.o

    Mas bem, não entendi a parte do "é que ela toca baixo na empresa do lado porque é uma empresa maior". A sirene da sua empresa toca baixo em relação à empresa do lado ou a sirena toca lá e não se ouve porque é baixo? Ou nenhum das duas e as aulas de interpretação que eu matei agora estão cobrando seu preço?!

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    1. Andrea, eu tb não entendi direito. Acho que ela toca na outra empresa e fica baixo pro pessoal que trabalha na outra do lado. Não deu pra entender muito bem o que ela disse pq a mulher estava mais interessada em sacanear a gente ao invés de prestar atenção às normas de SEGURANÇA do prédio.

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  2. Passei aqui e estou com muito sono pra ler tudo, mas vi a parte em que vc pede comentários e estou fazendo minha parte. Amanhã leio tudo e comento de novo.

    Bjo, Lisa!

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    1. Voltando...

      Então, eu já passei por treinamentos de incêndio e sempre achei um saco - por mais que seja importante e blá, blá, blá. Descer 15 andares de escada é complicado. E onde trabalho a sirene é realmente alta, então acabava ficando com dor de cabeça pelo resto do dia.

      Mas acho sua preocupação válida... rs

      Quanto ao fim do mundo, bom... Só digo que o tiozinho que ficava aqui no MASP anunciando o evento sumiu. Ou o mundo acabou pra ele (:o) Ou ele ficou com vergonha e fugiu para as montanhas como sugeria a nós, transeuntes, que fizéssemos.

      Para concluir, eu gostei da playlist. Sério que a Rádio Cidade voltou aí no RJ? A 89 voltou ao dial em SP. E a primeira música que tocaram no retorno foi exatamente It's the end of the world, do REM. Eu fiquei super feliz!!

      Beijo, Lisa!

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    2. Oi Karol,

      Obrigada pela força. Na verdade eu estava me referindo a volta da Rádio Cidade que vc tinha falado no dial mesmo. Imagino que deva ser chato fazer o treinamento de incêndio sempre mesmo. Mas eu nunca tinha feito, queria aproveitar a experiência. Estava achando tudo muito empolgante! Mas acabou que o prédio se mostrou inapto para incêndios com treinamento ou não.

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  3. Sempre achei treinamento de incêndio uma coisa tão americanizada e fictícia! Pensando bem, essa ideia não faz sentido algum já que incêndio tem em todo lugar.

    Mas, poxa, eu teria ficado indignado de não ter participado do treinamento! E por uma bobeira dessas!

    Foi, no mínimo, engraçado :-)

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    1. Ainda bem que vc mudou de ideia sobre o treinamento ser algo americanizado, pq, né, incêndio não acontece só nos EUA!

      Você é o único que me entende. Fiquei indignada mesmo! Ainda mais depois de descobrir que eu morri no treinamento.

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  4. Nunca tive que participar de um treinamento de incêndio, mas, como todo mundo, já vi várias vezes em filmes/tv. Esses dias no campus um barulho extremamente irritante nos incomodou durante uns dez ou quinze minutos, mas ninguém fazia a menor ideia do que poderia ser. Depois meu irmão me disse que era o alarme de incêndio (só que não teve incêndio, então... treinamento?). Não sei se é verídico, mas seria bem a cara da universidade só ligar pros alunos de exatas e deixar os estudantes de letras e ciências sociais ficarem nos prédios se perguntando o que estava acontecendo (hehe, ok, não #amarga-por-causa-do-ciência-sem-fronteiras).

    Enfim. Um absurdo isso de a sirene tocar baixo por causa da empresa do lado (seja lá qual for a interpretação correta do que a mulher falou). Como assim? E DAÍ que ela é a maior? Hum, quando isso passou a ser mais relevante do que a segurança de seres humanos?

    Quanto ao mundo não ter acabado: espero que não tenha muita gente por aí cuja trilha sonora da vida passou a ser "E o mundo não se acabou" hahaha

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    1. Fê, duvido que eles deixassem os alunos de letras morrerem, mas eu estou com a Dilma quanto ao Ciência Sem Fronteiras. Porque o nome do programa é CIÊNCIAS sem fronteiras. E Letras não é Ciência, desculpe. Acho a iniciativa do governo bacana e que pode agregar muito para o nosso país, mas tem muito aluno de curso nada a ver querendo fazer intercâmbio às custas do programa. Não quer dizer que Letras seja menos importante do que Exatas. Mas existe um déficit na formação de alunos de exatas no Brasil de um modo geral e os que se formam às vezes não tem acesso a um curso com a infra-estrutura necessária. E o programa foi feito para tentar sanar um pouco dessa deficiência. Não sei se efetivamente os alunos de exatas que estão indo estão voltando com o tipo de conhecimento que o governo espera que volte, mas a intenção, sem dúvida é muito boa.

      Então, não sei se eu te falei, mas eu trabalho com auditoria contábil, então, além do fato de a sirene não ter tocado direito, NINGUÉM veio avisar a gente que ela tinha tocado. Devem ter pensado: "Vamos deixar aqueles auditores fdp morrerem", certamente. Estávamos conversando com uma outra colega nossa que contou que uma vez estava em um cliente que de fato teve uma suspeita de incêndio, e só ligaram pra avisá-la disso depois que tinha todo mundo saído do prédio!!!!

      Não precisa nem ser fim do mundo, tem gente que tem esse tipo de trilha sonora simplesmente porque tomou todas nas festas de fim de ano :)

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    2. Então, Lisa. Eu acho que cabe discussão. Pra mim ciência não é só a área de exatas. Literatura não é ciência. Mas linguística, que é uma área do curso de Letras, é (e é assim que a gente estuda: começando por uma definição que diz que Linguística é a ciência que estuda a língua/linguagem). Porque - eu sei que isso não vai fazer você mudar de opinião - são as pessoas de letras que estudam, por exemplo, esse monte de métodos de ensino de língua estrangeira. Línguas estrangeiras que os alunos de exatas precisam aprender para ir estudar no exterior (pelo motivo que for, porque eu não tenho dúvida de que tem muita gente nas engenheiras e etc que quer fazer intercâmbio às custas do programa também). Na questão de infra-estrutura também acho que cabe discussão. Imagina fazer aulas de tradução sem computador (com papel e dicionário de papel, mil vezes mais limitado?). E, ok, isso mudou no meu curso - mas deve fazer uns dois anos. Mas, de qualquer maneira, concordo com você que a intenção é muito boa, e espero que esses alunos que estão indo voltem tendo recebido o conhecimento e tendo aproveitado possibilidades que não teriam aqui.

      E, gente, mas não é possível. Eu deveria saber dessas coisas, já que meus pais são contadores, mas não sei, então: qual é o problema com os pobres auditores? Melhor vocês se benzerem, se a cosa é desse jeito.

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    3. Oi Fê! Gostei que você voltou para debater a questão. Realmente não me fez mudar de opinião, mas concordo qd vc diz que em qualquer curso os alunos querem é fazer intercâmbio às custas do governo mesmo. Acho que é por aí mesmo. Por isso o governo tem que selecionar bem quem vai aproveitar o programa.

      Posso até estar com uma mentalidade limitada, mas também acho, por exemplo, que seguindo esse raciocínio de priorizar aquilo que "o país mais precisa", meus colegas de curso também não merece ser contemplados pelo programa (como acho que não são mesmo). Porque acho que o custo-benefício de mandar um futuro contador para fora do país não vai acrescentar tanto em termos de crescimento econômico.

      Mas aí tb eu já acho que talvez o programa seria interessante tanto para Letras, quanto para Contábeis, num curso de pós-graduação, talvez. Acho que a pessoa vai aproveitar muito mais a experiência de estudar no exterior, por já ter uma bagagem maior de conhecimento, não sei. E também tem o fato de as pessoas que já são formadas estão muito mais focadas no estudo propriamente dito. Enfim, a questão é polêmica mesmo. A gente podia ficar o dia todo aqui debatendo. Só queria deixar claro que não acho os cursos de exatas melhores do que os de humanas ou linguísticas, mas o dinheiro é curto e acho que deve-se estabelecer prioridades para um determinado fim mesmo.

      O problema com os auditores, depois vc pode até perguntar pros seus pais, é que a gente pergunta tudo, pede um monte de documentação, às vezes atrapalha o trabalho da pessoa, pra poder realizar o nosso. Às vezes eu me pego pensando também: "Caraca, se eu fosse esses caras ia odiar a auditoria também." Mas no fim das contas o nosso trabalho é interesse do próprio cliente também, foi ele que nos contratou. Enfim, preciso muito fazer um post pra explicar o que eu faço da vida. Está encaminhado já, mas só em 2013, rs.

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  5. Acho que, depois dessa, eu ia ficar meio paranoica e com medo de trabalhar lá. Mas continuaria indo, sem contar pra ninguém, porque é ridículo alguém deixar de trabalhar por medo de incêndio.

    Eu já subi 9 andares de escada, mas era mais nova e ainda tinha pique pra isso. Hoje, mal consigo descer os 4 quando o elevador demora pra chegar. Imagina 15...

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    1. Outro dia inventamos de subir 9 andares de escada num outro cliente porque estávamos com preguiça de esperar o elevador e olha, cheguei moída! Não faço isso nunca mais! Mas descer é tranquilo. Tenho uma história engraçada sobre descer escadas também. Uma vez estávamos saindo desse cliente, já era de madrugada, ele tinha apagado as luzes do corredor, e o elevador não estava funcionando. Descemos as escadas meio no escuro até o térreo. Quando a gente chega lá embaixo, a porta para a portaria estava fechada. Agora se liga: 3 da manhã, morta de cansada, desceu de escada e a porta estava fechada. Eu tive que rir pra não chorar, né? Mas o segurança veio e abriu a porta rápido. Mas tem uma história tb de uma outra pessoa que estava em outro cliente, que diz que teve que chamar o bombeiro pra deixar elas saírem do prédio, pq tava trancado tb.

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  6. A norma do meu blog é justamente não ter obrigação de aparecer sempre, mas eu não planejava sumir por tanto tempo... provavelmente foi causa do começo de Dezembro também! ;)

    Lá no hospital esses dias teve alguma coisa parecda, também. Não chegou a ser um treinamento de incendio, mas teve umas mini palestras no setor ensinando quais as nossas rotas de fuga em caso de incêncio, pontos de encontros, regras de segurança com as portas corta fogo, esse tipo de coisa. Nã hora não fiz a conexão, maas agora, olhando bem, É ELEMENTAR que também estávamos sendo preparados para um eventual fim do mundo em 21/12! Como não percebi antes?!

    Mas os maias estavam errados... aqueles trolls! :P

    Mas agora, esse negócio aí da sirene ser baixa é perigoso, hein... tem que ver isso aí! o.O

    Bjs

    PS: Essa última música me lembra sempreee do castelo rá-tim-bum! Lembra, tinh um episódio em que tocava, hehe..

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  7. O ser humano é assim, complica sempre...

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